Nos próximos cinco anos, o setor de educação em todo o mundo deve viver uma das maiores transformações de sua história recente.

Segundo o relatório “Edtech and Smart Classrooms Market – Global Forecast to 2030”, o mercado global de EdTech e salas de aula inteligentes deve saltar de US$ 197,3 bilhões em 2025 para US$ 353,1 bilhões em 2030, impulsionado pela expansão do ensino básico privado, pelo fortalecimento da educação a distância e pela digitalização acelerada de escolas e universidades ao redor do planeta. Pela primeira vez, a modalidade EaD superou a presencial, concentrando 50,7% das matrículas.
No Brasil, o cenário acompanha a tendência global. Estimativas de associações do setor indicam que mais de 5,5 milhões de estudantes já estão matriculados em cursos digitais, enquanto redes privadas de educação básica ampliam, de forma constante, sua dependência de plataformas integradas para reduzir custos, elevar a eficiência administrativa e melhorar a experiência dos alunos.
“O setor educacional chegou a um ponto em que as instituições que não dominarem seus dados, seus custos e sua capacidade de escalar vão perder espaço rapidamente. Nosso papel é justamente entregar tecnologia que remove fricções, reduz burocracias e devolve poder estratégico às instituições”, afirma Rafael Pagani, CEO da SWA, desenvolvedora do JACAD — uma plataforma integrada que reúne os softwares necessários para administrar uma instituição de ensino de maneira eficiente.
A edtech, que nasceu especializada em sistemas de gestão para o ensino superior, agora mira dobrar de tamanho e alcançar 25% do mercado nacional até 2030, o equivalente a impactar 2 milhões de alunos ativos. É uma meta ousada, mas sustentada por números robustos e por um plano de expansão que aponta para um rearranjo estratégico do setor.
“A tecnologia deixou de ser apoio e passou a ser infraestrutura central na educação. Quem souber usar dados, automação e inteligência embarcada vai liderar o setor nos próximos anos. O Grupo SWA se preparou para esse momento, e é por isso que falamos em escalar, ampliar e disputar mercado com os maiores players do país”, conclui Pagani.
O grupo, que hoje atende mais de 600 mil estudantes em praticamente todos os estados, aposta na diversificação como força motriz. Até então concentrada no ensino superior, com 2,3 mil polos de EaD, a empresa prepara sua entrada no ensino básico com uma nova versão do JACAD, totalmente web e repaginada, prevista para lançamento em 2026.
“A expansão para escolas e colégios é a principal alavanca para atingirmos nossa meta de longo prazo. A nova versão do JACAD foi desenhada para simplificar a gestão escolar e, ao mesmo tempo, entregar inteligência de dados, permitindo que escolas e colégios ganhem eficiência, reduzam burocracias e melhorem a experiência de alunos e professores”, destaca o CEO.
Com R$ 12 milhões em faturamento anual, a SWA sustenta seu crescimento em duas soluções já consolidadas — o JACAD e o Matheus Soluções. “A diversificação também passa por nossas cooperativas de crédito e agricultura familiar, que aumentam a capilaridade e a resiliência do grupo”, reforça Pagani.
A empresa está presente em 24 estados brasileiros e, por meio de parcerias, já atua na Europa, Ásia e Estados Unidos. Para o CEO, essa presença global reforça a credibilidade da marca e prepara o terreno para captar investimentos no cenário internacional.
“O marco dos nossos 19 anos consolida nossa posição de player competitivo frente aos grandes nomes do setor. Agora é escalar, ampliar portfólio e capturar participação de mercado de forma sustentável”, afirma.
O movimento ocorre em meio a uma transformação bilionária. Consultorias internacionais estimam que investimentos em tecnologia e inovação devem ultrapassar US$ 10 trilhões nos próximos cinco anos, criando oportunidades inéditas para edtechs e empresas de gestão educacional.
Sobre o Grupo SWA: https://swa.com.br/
Fonte: Assessoria.



